segunda-feira, 25 de maio de 2009

Robo na manipulação

Framingham - Braço robótico será o responsável por misturar componentes, eliminando erros humanos e protegendo técnicos de riscos.

O Hospital da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, começa este mês a utilizar o robô CytoCare para manipular remédios de quimioterapia. A máquina elimina os erros humanos e protege os técnicos de componentes altamente perigosos.

Esta é a primeira vez que o robô será usado para este fim nos EUA, segundo o vice-presidente da Primus Innovations, Shaw Riley. A empresa colabora com aHealth Robotics, criadora do robô, para distribuir a tecnologia - já utilizada na Europa. Há 50 robôs pelo mundo.

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“Ele não erra. Farmacêuticos e técnicos são como todos os humanos, que erram. Apenas um ponto decimal errado em um cálculo pode ser uma overdose de dez vezes para um paciente - o que é muito perigoso”, afirma a diretora de farmácia do hospital, Nancy Stolpman. O local administra químicas de 80 a 100 pacientes por dia.

“Tentamos induzi-lo a erros, mas não podemos enganá-lo. Ele possui diversas checagens de segurança”, acrescenta.

O robô usa sua mão robótica para pesar e misturar os componentes. Os objetos utilizados são jogados em um container de lixo para não serem tocados, e a máquina alerta este está quase vazio - e então o fecha e sela.

Recentemente, cientistas utilizaram inteligência artificial para criar a mão robótica perfeita.

Os códigos de barra da embalagem são checados para a confirmação de seu conteúdo, e uma segunda checagem é feita quando o robô coloca o remédio em uma plataforma que o fotografa e compara as imagens com outras armazenadas em uma base de dados.

O modelo de terceira geração foi aprovado pela Administração federal de Alimentos e Medicamentos no final de 2006.

Sharon Gaudin, editora do Computerworld, em Framingham

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