terça-feira, 20 de julho de 2010

Hospital Albert Einstein abre 114 vagas


Hospital Albert Einstein abre 114 vagas
por Saúde Business Web
19/07/2010
Profissionais selecionados irão atuar na unidade Perdizes Higienópolis

O Hospital Israelita Albert Einstein abre 114 oportunidades para profissionais interessados em atuar na unidade Perdizes Higienópolis, Zona Oeste de São Paulo, que será inaugurada no início de agosto.Há vagas para médicos, enfermeiros, biomédicos, nutricionistas, farmacêuticos, físicos, entre outros.
De acordo com o hospital, a partir da contratação, os profissionais selecionados serão submetidos a treinamentos específicos para cada área.

Nós Farmacêuticos também apoiamos

MÉDICOS DÃO APOIO A RESOLUÇÃO DA ANVISA

SÃO PAULO – As sociedades brasileiras de Hipertensão, Cardiologia e Nefrologia (que trata das doenças do rim) divulgaram ontem um manifesto de apoio à resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que institui alertas sobre riscos à saúde nas propagandas de alimentos com excesso de sal, açúcar e gorduras, visando a prevenir males cardíacos, renais e obesidade.

As três entidades, que estimam representar 20 mil médicos, afirmam no texto que “a saúde é um bem indisponível e, como tal, deve ser defendido por todos os segmentos que acreditam que uma mudança benéfica possa ser introduzida neste País e em seus habitantes, que devem poder escolher livre e conscientemente o que desejam ingerir”.

“Isso é parte de um programa educativo. As pessoas têm o direito de saber o quanto a mais estão comendo de substância que faz mal. É uma maneira de dar mais acesso à informação”, disse Fernando Nobre, da Sociedade Brasileira de Hipertensão. “Não permitir o cigarro na TV não é ser contra o direito de expressão.”

Desde a publicação da resolução, no fim de junho, a indústria de alimentos e o setor de propaganda apontam que a mudança é ilegal, pois demandaria uma lei federal. Também destacam que a medida atenta contra a liberdade de expressão e não é educativa.

A Advocacia-Geral da União (AGU) também apontou a necessidade de uma lei federal.

Mas testes revelam que nenhum dos 19 principais temperos industrializados, prontos, vendidos no País tem o consumo recomendado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) em razão da alta concentração de sódio.

Segundo a associação, na ingestão de pequena porção dos temperos, equivalente a uma colher de chá ou um tablete, são consumidas de uma única vez até 70% da quantidade de sal indicada para um dia inteiro. O consumo excessivo de sódio está relacionado a problemas cardiovasculares.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha o consumo diário de, no máximo, 2 gramas de sódio ou 5 gramas de sal. “Apesar de não alcançarem esse limite, após o consumo dos temperos o consumidor ultrapassará a quantidade do nutriente (sódio) recomendada com a ingestão de outros alimentos ao longo do dia”, explica a nutricionista Manuela Dias, da Proteste.

O sódio em excesso é apontado pelos médicos como o principal vilão da hipertensão. No Brasil, são registrados anualmente 308 mil casos de doenças cardiovasculares. “Metade poderia ser evitada com medidas preventivas, como o respeito ao limite do consumo de sódio por dia”, diz o cardiologista e coordenador de ações sociais da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Carlos Alberto Machado. 

Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO – PE 

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Prescrição Farmacêutica

PRESCRIÇÃO ADIADA

O primeiro dia de Reunião Plenária do Conselho Federal de Farmácia (CFF), realizado, hoje, 01 de julho, em São Paulo (SP), foi marcado pelo debate sobre a Proposta de Resolução que trata da prescrição farmacêutica de medicamentos. Apesar de ter recebido apoio dos Conselheiros Federais, o novo texto da Proposta, apresentou pontos polêmicos, e o Presidente do CFF, Jaldo de Souza Santos, resolveu adiar a votação para a próxima Reunião Plenária do CFF, que será realizada, no final do mês de julho.

O dirigente lembra que, ao propor a regulamentação da prescrição farmacêutica, o principal objetivo do CFF é ampliar a segurança do usuário de medicamentos isentos de prescrição, protegendo-o de possíveis interações medicamentosas, reações indesejáveis e intoxicações. “Este anseio da categoria e a demanda que existe por parte da sociedade não podem ser os únicos parâmetros para que o Conselho Federal de Farmácia aprove uma resolução. É preciso responsabilidade, bom senso e sabedoria para regulamentar mais um serviço que o farmacêutico irá prestar, na farmácia”, disse. As opiniões dos Conselheiros Federais de Farmácia quanto à redação da proposta de resolução não foram consensuais, por isso a decisão de adiar a votação.

Souza Santos explica que a prescrição farmacêutica, ou seja, a orientação do farmacêutico feita por escrito e contendo a sua assinatura, tem, também, o objetivo de promover o uso racional dos medicamentos. “Tal atividade qualificará o uso, diminuirá as interações medicamentosas, e levará à adesão do paciente ao tratamento, reduzindo o índice de intoxicações medicamentosas. Todo medicamento pode gerar reações indesejáveis em seus usuários. O que ajuda a diminuir ou impedir os problemas é a orientação”, afirma.

PLENÁRIA - Da pauta, ainda constaram a apresentação da proposta de modificação da Resolução n.º 514, que dispõe sobre o título de farmacêutico-bioquímico; a Proposta de Resolução que dispõe sobre as atribuições do farmacêutico analista de medicamentos, cosméticos, saneantes, alimentos e produtos para a saúde; e a apresentação da proposta de organização e financiamento da assistência farmacêutica no Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: CFF